Sentei-me um pouco, assumo-o, ”…porra!!!, também tenho direito”, pensou e disse-o para que os outros o ouvissem.
Fui e vim, entrei e falei, olhei esperando o teu olhar, mas a resposta tardou a manifestar-se. Aliás não veio mesmo! E repetiu-se outra vez. C’est la vie!.
E que bom é Sol, como se anseia e respira pensando nele, e que expectativa imaginá-lo aquecendo-nos a alma e o corpo.
Um amigo meu dizia muitas vezes uma frase engraçada, e que era : “É tão longe de cá para lá, como de lá para cá”. Parece lógico, matematicamente confirmável, mas o facto é que na prática este conceito não sofre da reciprocidade esperada e, diria, desejável.
E amanhã é amanhã, que por sua vez é outro dia, na linha que avança e que estabelece em novelos de inteiro realismo, por vezes, irreversível, porque demasiado alternado, pouco consistente e convicto.
“Coimbra tem mais encanto na hora da despedida”, é a música que me acompanha nesta dança sobre o teclado do computador, e que me remete a substantivos pensamentos, e continuadas reflexões sobre as relações humanas.
Resta a inércia, impõem-se a cautela, ficam as preferências, aviltam-se as prioridades, sobram as escolhas.
Tenhamos, então, presença de espírito para as assumir coerentemente, pois o rio corre sempre para o Mar.
Façam o favor de ser felizes.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
"Meu querido filho,
Só umas palavrinhas,ao vivo não consigo dizer-tas.Emociono-me.
O que tu fizeste por nós,nesta triste estadia em Londres,deixa bem claro o que tem sido toda a tua vida;ajudar os outros, fazê-los felizes,ser feliz também por isso,uma entrega sem condições, esquecendo-te sempre que tens a tua própria vida para viver.
És o ser humano com a alma mais bonita e generosa que eu conheço,e que ainda por cima tenho a sorte de ser a tua Mãe.
Tenho um imenso respeito por ti,pela elevação com que fazes tudo na vida e uma admiração sem limites pelo Homem que és de verdade.
Só peço a Deus que te ajude e te acompanhe em todos os momentos da tua vida, que é um exemplo para todos nós.
Um grande beijo da tua Mãe que te adora e um obrigado que não tem fim.
Desculpa este desabafo, mas só um santo como tu seria capaz de fazer o que tu fizeste por nós.
Até Lisboa, Mãe"
O que tu fizeste por nós,nesta triste estadia em Londres,deixa bem claro o que tem sido toda a tua vida;ajudar os outros, fazê-los felizes,ser feliz também por isso,uma entrega sem condições, esquecendo-te sempre que tens a tua própria vida para viver.
És o ser humano com a alma mais bonita e generosa que eu conheço,e que ainda por cima tenho a sorte de ser a tua Mãe.
Tenho um imenso respeito por ti,pela elevação com que fazes tudo na vida e uma admiração sem limites pelo Homem que és de verdade.
Só peço a Deus que te ajude e te acompanhe em todos os momentos da tua vida, que é um exemplo para todos nós.
Um grande beijo da tua Mãe que te adora e um obrigado que não tem fim.
Desculpa este desabafo, mas só um santo como tu seria capaz de fazer o que tu fizeste por nós.
Até Lisboa, Mãe"
(1996)
terça-feira, 11 de novembro de 2008
"Somos cada dia mais os defeitos que temos"
A frase solta não é de minha autoria.
Vinha no carro com o auto-rádio ligado na TSF, e ouvi-a da boca de José Saramago, num excerto de suposta e recente entrevista?!
Contudo,e apesar de isto se ter passado há alguns dias já, não mais a esqueci , pois ainda não tinha encontrado nos meus continuos pensamentos, imagem tão exacta para tudo aquilo que eu venho sentindo como observador interactivo dos meus semelhantes.
Talvez seja uma deixa que me permita uma abordagem mais rigorosa e fundamentada do que entendo por uma sentida falta de esperança na grande maioria dos outros, passe a presunção, que se nela incorro, a assumo conscientemente.
Vinha no carro com o auto-rádio ligado na TSF, e ouvi-a da boca de José Saramago, num excerto de suposta e recente entrevista?!
Contudo,e apesar de isto se ter passado há alguns dias já, não mais a esqueci , pois ainda não tinha encontrado nos meus continuos pensamentos, imagem tão exacta para tudo aquilo que eu venho sentindo como observador interactivo dos meus semelhantes.
Talvez seja uma deixa que me permita uma abordagem mais rigorosa e fundamentada do que entendo por uma sentida falta de esperança na grande maioria dos outros, passe a presunção, que se nela incorro, a assumo conscientemente.
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Era só um Nevo (sinal), HAJA SAÚDE, Hoje e sempre
Que coincidência incrível, pois a foto não é obviamente minha, mas sim da net.
Mas isso são apenas pormenores, não a essência, não o que realmente importa verdadeiramente.
Substantivo é aquilo que se sente e vivência muito para além da circunstância em particular.
São momentos em que a relativização se reduz à sua mais ínfima natureza.
É o que permite e determina tudo o resto.
É por definição a possibilidade de continuar,agradecendo e fazendo por o MERECER.
Bem haja aos meus Pais.
E assim, se poderá dizer com apropriação e felicidade :" amanhã é outro dia", e ainda bem!
Como é bom poder parar sempre, todos os dias, e aproveitar para pensar, para repensar, refletir,exercitar a auto-análise, a auto-crítica.
E porque hoje é outro dia, vou trabalhar que se faz tarde.
terça-feira, 27 de maio de 2008
"Tudo bem.Beijos"
A semana passada fui ao Instituto do Coração fazer uma "prova de esforço", e na volta, já com o pequeno-almoço tomado, conduzia ao som da TSF, quando ouvi o "anúncio" do concurso anual para ingresso na Escola Naval.
Tal informação fez-me ,de imediato,viajar retrospectivamente em pensamentos e vivências recentes.
A primeira ideia que recorrentemente me veio à lembrança, foi a constatação de como é bom acreditarmos nas nossas intuições, quando elas são fruto de atenta observação, e coerente e sensata reflexão.
É aliás essa uma manifestação de assertividade e de crença em nós próprios.
A primeira ideia que recorrentemente me veio à lembrança, foi a constatação de como é bom acreditarmos nas nossas intuições, quando elas são fruto de atenta observação, e coerente e sensata reflexão.
É aliás essa uma manifestação de assertividade e de crença em nós próprios.
Faz um ano que me "associava" a uma "empreitada" que correspondia a um desafio,à concretização de um desejo, a um desafio.
Terra ou Mar, a aposta era ser militar (oficial) da Marinha Portuguesa.
inacabado...
sexta-feira, 18 de abril de 2008
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Não há mesmo coincidências!
Já há muito tempo que não sentia um impulso tão irresístivel para escrever como aquele que ainda agora estou a sentir, e que aconteceu em consequência d'uma visita relâmpago que recebi à minutos atrás.
Estava eu a escrever um e-mail para um ex-professor da Fundação Ricardo Espirito Santo Silva, quando entram pela minha (polivalente) sala de trabalho, uma colega minha, com uma Professora (pessoa que imediatamente reconheci), e um grupo de alunos.
Eu já nem precisei de ouvir dizer nada, pois eu já sabia tudo...e a Senhora Professora apresentou-se como eu a sabia ser, e o grupo de alunos era nem mais nem menos uma turma de uma licenciatura em que eu estou igualmente inscrito, mas à qual ainda não me tinha juntado por total falta de tempo em virtude das minhas diversas tarefas no Museu.
Antes de revelar esta coincidência, tentei suster o espanto p'la enorme coincidência da situação, e respondi genericamente ao solicitado, explicando um pouco daquilo que se faz no meu espaço de trabalho, daquilo que eu faço e posso fazer.
A Senhora Professora perguntou-me depois - na frente da minha colega e dos alunos - qual havia sido a minha formação até aqui, ao que correspondi verbalizando um micro curriculum vitae, eis se não quando surge a oportunidade de fazer a revelação, eu não conseguiria tão pouco iria perder a oportunidade de me apresentar também noutra variável da minha vida, e disse : fazendo alarde ao modismo do fenómeno de "O Segredo", e à forma como de facto , realmente, tem momentos em que o universo responde a apelos inconscientes, subconscientes, referi para espanto de todos que eu também fazia parte da turma que me visitava, logo também iria ser/era aluno desta Professora, também pertencia a este grupo.
A surpresa foi geral, e a coincidência para mim com mais sentido intrínseco,pois estava a contar no início da próxima semana ir à faculdade, e entre outros falar com a dita Professora.
Estava eu a escrever um e-mail para um ex-professor da Fundação Ricardo Espirito Santo Silva, quando entram pela minha (polivalente) sala de trabalho, uma colega minha, com uma Professora (pessoa que imediatamente reconheci), e um grupo de alunos.
Eu já nem precisei de ouvir dizer nada, pois eu já sabia tudo...e a Senhora Professora apresentou-se como eu a sabia ser, e o grupo de alunos era nem mais nem menos uma turma de uma licenciatura em que eu estou igualmente inscrito, mas à qual ainda não me tinha juntado por total falta de tempo em virtude das minhas diversas tarefas no Museu.
Antes de revelar esta coincidência, tentei suster o espanto p'la enorme coincidência da situação, e respondi genericamente ao solicitado, explicando um pouco daquilo que se faz no meu espaço de trabalho, daquilo que eu faço e posso fazer.
A Senhora Professora perguntou-me depois - na frente da minha colega e dos alunos - qual havia sido a minha formação até aqui, ao que correspondi verbalizando um micro curriculum vitae, eis se não quando surge a oportunidade de fazer a revelação, eu não conseguiria tão pouco iria perder a oportunidade de me apresentar também noutra variável da minha vida, e disse : fazendo alarde ao modismo do fenómeno de "O Segredo", e à forma como de facto , realmente, tem momentos em que o universo responde a apelos inconscientes, subconscientes, referi para espanto de todos que eu também fazia parte da turma que me visitava, logo também iria ser/era aluno desta Professora, também pertencia a este grupo.
A surpresa foi geral, e a coincidência para mim com mais sentido intrínseco,pois estava a contar no início da próxima semana ir à faculdade, e entre outros falar com a dita Professora.
Aliás, este adiamento, o retardar deste passo vinha-me deixando residual ansiedade, incómodo e inquietação, pois esta licenciatura é um projecto que abracei com determinação, e só o realismo da vida (leia-se as prioritárias necessidades no meu trabalho onde me venho dedicando em exclusivo!) me impediu ainda de concretizar com maior rapidez e sucesso.
E é isto, desabafei, e garantidamente não vou substimar este sinal, por tudo que aqui disse, e também p'lo muito que não disse, mas passei, e vivencio diariamente.
E é isto, desabafei, e garantidamente não vou substimar este sinal, por tudo que aqui disse, e também p'lo muito que não disse, mas passei, e vivencio diariamente.
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